Olá meninas!
Parabéns pela iniciativa. E pelo discurso no blog. Muito bom. Intenso.
"Me coloquei o mesmo problema quando estava cursando a universidade. Percebi que o trabalho nas organizações formais muitas vezes se torna chato pela repetição de procedimentos, pelo modo de agir burocrático. Mas descobri também que em muitas organizações existe a preocupação com a aprendizagem do funcionário, de modo a mantê-lo motivado. São casos raros, que ocorrem em algumas poucas multinacionais.
De qq forma, imaginei que o meio acadêmico poderia ser a solução, visto que a "busca do conhecimento" seria a sua esssência. Ou seja, novidade permanente, diariamente. Triste ilusão. Muitos outros problemas tb nos circundam nas organizações acadêmicas. Intrigas. Corporativismo de grupos que almejam o poder. E tantas outras coisas, além de um salário pouco atrativo, em muitas das vezes.
Concluo atualmente (e esse pensamento pode vir a ser reformado) que não existe essa tal de felicidade no trabalho. Estamos sempre inseridos numa complexidade de fatores, variáveis, dimensões, que não permitem um prazer total. Mas temos que ter, cada um de nós, uma referência, e buscá-la, claro, para ter "paz de espírito" e lampejos da "tal felicidade". Uma possível referência, em primeiro nível, seria nos alegrarmos com a face "socialmente útil" do trabalho que realizamos. Outra referência, de segundo nível, seria se sentir satisfeito com o que obetmos por inetrmédio da remuneração recebida.
É isso.
bjs
Roberto Sayeg"
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.